Info Atualidade (358)

Por Ernesto V. Souza:

A história, a contrário do que se nos aprende na idade escolar, não é uma evolução graduada e progressiva de feitos, fatos, sucessos, personagens, grupos, ideias e acontecimentos, as mais das vezes é uma sucessão de mudanças, de alterações súbitas, de viradas bruscas, não poucas vezes apaixonadas, absurdas, cínicas e arbitrárias, normalmente condicionadas pelos indivíduos detentadores, capatazes ou representantes dos poderes existentes em cada momento. Mudanças que depois obrigam a recondicionamentos e reajustes justificativos, a novos destaques, apagados, descoloramentos e ausências na narrativa estabelecida.

Como já temos apontado, no centro da Galiza cultural, a partir de 1973 (e até 1982), há um debate intenso sobre a fixação da língua e a ortografia, aberto pelas mudanças educativas no tardofranquismo, na transição e na conformação do estado das autonomias fixado na Constituição do 78.

O debate começa com a possibilidade e projeto de introduzir as línguas espanholas não castelhanas no ensino oficial, por volta de 1973. O resultado já conhecemos, e está diretamente relacionado com a subalternidade consagrada no título 3 da Constituição Espanhola e com os jeitos, jeitinhos e os equilíbrios de poderes que dominaram a cena política galega antes, durante e depois da votação do Estatuto de 1981 e a articulação da Autonomia na Galiza.

O controlo de forças conservadoras, a menorização fragmentada do espaço nacionalista galeguista, o possibilismo dos culturalistas, e o projeto de laminação do republicanismo, do nacionalismo, na sua narrativa, memória e da discrepância definirão a política galega, que irá evoluindo desde a esperança e modernidade aperturista de meados dos 70, consoante e pioneira com a involução da cultura política, midiática da Espanha a partir de 1982.

A história, no que afeta diretamente a língua e a sua maneira de grafá-la, a sua proximidade e distância com o português, é relativamente conhecida e destaca precisamente esse ano 1º da Autonomia, como ponto de rotura. Não nos imos deter hoje nisto, que por outra banda já foi bem explicado pelos companheiros da Através.

Mas justamente, por isso resulta fresco e interessante, retroceder apenas um bocadinho no tempo para comprovar a violência da virada.

 

Texto completo:

Documentos anexos:

** A entrevista e os dous artigos, completos, no repositório Versão Original de Celso Álvarez Cáccamo, na UDC:

– Xosé Miguel A. Boo. 1980. “RICARDO CARBALLO CALERO, UNHA VIDA AO SERVICIO DE GALICIA” [entrevista]. GALICIA 1950-1980 – trinta anos de cultura – publicación conmemorativa do trinta aniversario da editorial galaxia. Vigo: Galaxia, p. 20.   1980gal20.pdf

– Ricardo Carballo Calero. 1980. “GALIZA FORA DE SI – A VIDA DA NOSA CULTURA FORA DO PAIS (1950-1980)”. GALICIA 1950-1980 – trinta anos de cultura – publicación conmemorativa do trinta aniversario da editorial galaxia. Vigo: Galaxia, p. 6. => 1980gal06.pdf

– Ramón Lorenzo. 1980. “A LINGUA”. GALICIA 1950-1980 – trinta anos de cultura – publicación conmemorativa do trinta aniversario da editorial galaxia. Vigo: Galaxia, p. 25. => 1980gal25.pdf

 

 

Por Ernesto V. Souza:

A história, a contrário do que se nos aprende na idade escolar, não é uma evolução graduada e progressiva de feitos, fatos, sucessos, personagens, grupos, ideias e acontecimentos, as mais das vezes é uma sucessão de mudanças, de alterações súbitas, de viradas bruscas, não poucas vezes apaixonadas, absurdas, cínicas e arbitrárias, normalmente condicionadas pelos indivíduos detentadores, capatazes ou representantes dos poderes existentes em cada momento. Mudanças que depois obrigam a recondicionamentos e reajustes justificativos, a novos destaques, apagados, descoloramentos e ausências na narrativa estabelecida.

Como já temos apontado, no centro da Galiza cultural, a partir de 1973 (e até 1982), há um debate intenso sobre a fixação da língua e a ortografia, aberto pelas mudanças educativas no tardofranquismo, na transição e na conformação do estado das autonomias fixado na Constituição do 78.

O debate começa com a possibilidade e projeto de introduzir as línguas espanholas não castelhanas no ensino oficial, por volta de 1973. O resultado já conhecemos, e está diretamente relacionado com a subalternidade consagrada no título 3 da Constituição Espanhola e com os jeitos, jeitinhos e os equilíbrios de poderes que dominaram a cena política galega antes, durante e depois da votação do Estatuto de 1981 e a articulação da Autonomia na Galiza.

O controlo de forças conservadoras, a menorização fragmentada do espaço nacionalista galeguista, o possibilismo dos culturalistas, e o projeto de laminação do republicanismo, do nacionalismo, na sua narrativa, memória e da discrepância definirão a política galega, que irá evoluindo desde a esperança e modernidade aperturista de meados dos 70, consoante e pioneira com a involução da cultura política, midiática da Espanha a partir de 1982.

A história, no que afeta diretamente a língua e a sua maneira de grafá-la, a sua proximidade e distância com o português, é relativamente conhecida e destaca precisamente esse ano 1º da Autonomia, como ponto de rotura. Não nos imos deter hoje nisto, que por outra banda já foi bem explicado pelos companheiros da Através.

Mas justamente, por isso resulta fresco e interessante, retroceder apenas um bocadinho no tempo para comprovar a violência da virada.

 

Texto completo:

Documentos anexos:

** A entrevista e os dous artigos, completos, no repositório Versão Original de Celso Álvarez Cáccamo, na UDC:

– Xosé Miguel A. Boo. 1980. “RICARDO CARBALLO CALERO, UNHA VIDA AO SERVICIO DE GALICIA” [entrevista]. GALICIA 1950-1980 – trinta anos de cultura – publicación conmemorativa do trinta aniversario da editorial galaxia. Vigo: Galaxia, p. 20.   1980gal20.pdf

– Ricardo Carballo Calero. 1980. “GALIZA FORA DE SI – A VIDA DA NOSA CULTURA FORA DO PAIS (1950-1980)”. GALICIA 1950-1980 – trinta anos de cultura – publicación conmemorativa do trinta aniversario da editorial galaxia. Vigo: Galaxia, p. 6. => 1980gal06.pdf

– Ramón Lorenzo. 1980. “A LINGUA”. GALICIA 1950-1980 – trinta anos de cultura – publicación conmemorativa do trinta aniversario da editorial galaxia. Vigo: Galaxia, p. 25. => 1980gal25.pdf

 

 

A palestra foi ministrada durante as  I Jornadas de Didática da Língua e da Literatura, celebradas na Escola de Magistério de Santiago de Compostela, 16, 17 e 18 de fevereiro de 1989.

 

A gravação original foi realizada e montada por Ramom Reimunde Norenha, quem cedeu o material à Academia Galega da Língua Portuguesa. A digitalização e edição é de Celso Alvarez Cáccamo (2019).

Esta obra tem uma Licença Creative Commons - BY-NC-ND-4.0 Internacional (Atribuição-NãoComercial-SemDerivações) - Academia Galega da Língua Portuguesa 2019. Pode-se reproduzir, exibir, copiar e distribuir parcial ou totalmente, sempre com atribuição da fonte. Não se pode exibir com fins comerciais. Não se pode alterar para fazer obras derivadas.

 

LIGAÇÃO AO VÍDEO

 

Notas sobre a edição.

A gravação original em vários fragmentos em fita de vídeo VHS-PAL foi levemente editada e montada numa cópia, também em VHS-PAL, nos anos da gravação. Esta fita de segunda geração foi recentemente digitalizada e editada para preservar a melhor qualidade possível, com desentrelaçamento dos campos da gravação PAL, e eliminação de linhas horizontais e verticais de ruído, com o resultado de 50 fotogramas progressivos por segundo em lugar de 25 entrelaçados. Para evitar a posterior pixelização, o vídeo não foi redimensionado mas incorporado numa matriz de 1280x720 píxeis. O vídeo contém um fragmento final que se conserva da fita de primeira geração.

A cópia na melhor resolução (5,6 GB) está a dispor de quem o solicitar.

Segundo a informação publicada na página web da RAG, "A Real Academia Galega dedicará o Día das Letras Galegas de 2020 a Ricardo Carballo Calero,  que dende o ano 1981 asinou as súas obras e escritos como Carvalho Calero.".

 

Ricardo Carvalho Calero (Ferrol, 1910 - Compostela, 1990), grande vulto da cultura galega do século XX, foi, segundo a filha Maria Vitória, de «vida densa e austera, dedicada a trabalhar pela Galiza e a sua cultura». O pensamento crítico e a defesa do reintegracionismo fizeram com que, durante bastantes anos da sua vida e mesmo posteriormente, o isolacionismo dominante na cultura e na política da Comunidad Autónoma de Galicia o submetesse ao ostracismo, não só injustificado, mas aberrante até.

 

MAIS INFORMAÇÃO:

 

Página da AGLP

Página da RAG

 

O famoso dicionário Estraviz da língua galego-portuguesa (de tendência reintegracionista) conta desde este mês com o conjugador verbal mais completo de toda a Lusofonia, a Galiza incluída

 

O trabalho foi realizado entre várias áreas da Associaçom Galega da Língua (AGAL), nomeadamente a Comissom Linguística, coordenada por Joseph Ghanime e Eduardo Maragoto, e a Área de Informática, coordenada por Vítor Garabana e Antom Meilám. O dicionário, que já era o que mais entradas possuía dentre os galegos (137.700), conta desde ontem com a possibilidade de conjugar todos os verbos (19.191), incluídos alguns practicamente desconhecidos no resto do espaço lusófono (p. ex. acougar ou ceivar).


O Dicionário Estraviz na rede é propriedade da AGAL (Associaçom Galega da Língua), da Academia Galega da Língua Portuguesa (AGLP) e da Fundaçom Meendinho. As três entidades, junto com o próprio autor do dicionário, Isaac Alonso Estraviz, e outras autoridades linguísticas do reintegracionismo, como Carlos Durão ou José-Martinho Montero Santalha, participaram a rever as provas do conjugador.G

 

NOVA COMPLETA NO PGL

O famoso dicionário Estraviz da língua galego-portuguesa (de tendência reintegracionista) conta desde este mês com o conjugador verbal mais completo de toda a Lusofonia, a Galiza incluída

 

O trabalho foi realizado entre várias áreas da Associaçom Galega da Língua (AGAL), nomeadamente a Comissom Linguística, coordenada por Joseph Ghanime e Eduardo Maragoto, e a Área de Informática, coordenada por Vítor Garabana e Antom Meilám. O dicionário, que já era o que mais entradas possuía dentre os galegos (137.700), conta desde ontem com a possibilidade de conjugar todos os verbos (19.191), incluídos alguns practicamente desconhecidos no resto do espaço lusófono (p. ex. acougar ou ceivar).


O Dicionário Estraviz na rede é propriedade da AGAL (Associaçom Galega da Língua), da Academia Galega da Língua Portuguesa (AGLP) e da Fundaçom Meendinho. As três entidades, junto com o próprio autor do dicionário, Isaac Alonso Estraviz, e outras autoridades linguísticas do reintegracionismo, como Carlos Durão ou José-Martinho Montero Santalha, participaram a rever as provas do conjugador.G

 

NOVA COMPLETA NO PGL

O evento é promovido pola UCCLA (União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa) de que faz parte a cidade galega de Santiago de Compostela.

 

A Biblioteca Nacional de Cabo Verde (Várzea, cidade da Praia) vai acolher, de 20 a 22 de junho, a 9.ª edição do Encontro de Escritores de Língua Portuguesa - evento em torno da língua portuguesa que contribui para o diálogo e a aproximação entre os escritores dos diferentes continentes - organizado pela UCCLA e pela Câmara Municipal da Praia.
 Este encontro tem como tema principal “A Literatura Infantojuvenil” e 3 subtemas: “Pôr imagens e sons nas palavras, pôr palavras nas imagens”, “A Literatura Infantojuvenil, lugar de afeto e da emoção” e “Escrever o mundo, escrever-se a si”.
 A sessão de abertura desta edição do Encontro de Escritores decorrerá no dia 20 de junho, às 16 horas, no Parque 5 de Julho, e contará com as intervenções do Primeiro-Ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia da Silva, do presidente da Câmara Municipal da Praia, Óscar Santos, do Secretário-Geral da UCCLA, Vitor Ramalho, e do presidente da EMEP - Empresa de Mobilidade e Estacionamento da Praia, Victor Coutinho.
 Uma homenagem ao escritor cabo-verdiano Germano Almeida - Prémio Camões 2018 - dará um enriquecimento ainda maior a este IX Encontro de Escritores de Língua Portuguesa.
 
Estão confirmadas as presenças dos seguintes escritores:
- Angola: A. Pedro Correia e Cremilda Lima;
- Brasil: Andréa Zamorano;
- Cabo Verde: Ana Cordeiro, Augusta Teixeira (Mana Guta), Daniel Medina, Germano Almeida, Hermínia Curado Ferreira, João Lopes Filho, Natacha Magalhães e Odair Varela; 
- Galiza: Adela Figueroa Panisse;
- Guiné-Bissau: Kátia Casimiro;
- Moçambique: Conceição Queiroz; 
- Portugal: André Letria, Avelina Ferraz, Daniel Completo, José Fanha e Sílvia Alves;
- São Tome e Príncipe: Olinda Beja.
 
 No âmbito do programa do encontro haverá, também, visita a escolas – para ouvir os alunos falarem sobre literatura -, assim à Assomada, Tarrafal e Cidade Velha.
 
De salientar que as anteriores edições do Encontro de Escritores de Língua Portuguesa decorreram na cidade de Natal (Brasil - 4), em Luanda (Angola - 1) e na cidade da Praia (Cabo Verde - 3). 
 
Já participaram mais de 100 escritores, entre os quais escritores consagrados pelos principais prémios literários das literaturas escritas em Língua Portuguesa - incluindo 6 prémios Camões: Arménio Vieira, Eduardo Lourenço, João Ubaldo Ribeiro, Pepetela, Mia Couto e Germano Almeida -, mas também escritoras e escritores de diferentes gerações e tradições literárias.

 

MAIS INFO:

 

Adela Figueroa Panisse

Programa do Encontro de Escritores de Língua Portuguesa

Brochura do Encontro de Escritores de Língua Portuguesa

Nova na web da UCCLA

segunda-feira, 03 junho 2019 17:44

Morreu Agustina Bessa-Luís

A Academia Galega da Língua Portuguesa lamenta profundamente o falecimento de grande escritora Agustina Bessa-Luís.

 

Agustina Bessa-Luís nasceu em Vila Meã, Amarante, a 15 de outubro de 1922.

Entre outras distinções, recebeu o Prémio Camões 2004, o mais alto galardão das letras em português.

Desde 2006, pouco depois de terminar a sua última obra, A Ronda da Noite, deixou de escrever e retirou-se da vida pública. 

Tinha 96 anos.

 

Mais informação

 

GALEGO, PORTA ABERTA PARA O MUNDO 2: LÍNGUA, PENSAMENTO E CULTURA NA GALIZA E PORTUGAL

Na edição de 2019 o curso da Universidade de Verão Galego, porta aberta para o mundo 2 continua com as questões linguísticas que nos ocuparam em 2018, mas agora poremos o foco em analisarmos (e vigorizarmos) os contactos culturais realmente existentes entre os povos galego e português. Os nossos objetivos principais, portanto, serão:

  • Revisarmos a crítica situação da língua na sociedade galega,idealizando alternativas rigorosas que contornem o risco de esmorecimento.
  • Debatermos sobre o modelo internacional da língua (ou comunidade de variantes linguísticas na lusofonia, entre elas a variante galega e a variante portuguesa) como hipótese idônea para o desenvolvimento económico e social de duas comunidades que já partilham fortes laços.
  • Desenvolvermos as possibilidades da Lei Paz Andrade, aprovada por unanimidade no Parlamento galego e destinada a introduzir o português no ensino e nos médios de comunicação.
  • Conhecermos diversas e atuais linhas de pensamento comum a ambos os lados da fronteira política.
  • Aprimorarmos o relacionamento cultural galego-português, como uma riqueza histórica e um patrimônio partilhado para maior satisfação e bem-estar da comunidade.
  •  

PROGRAMA
25/06: O contacto cultural entre a Galiza e Portugal
9. Receção do alunado e inscrição em grupos de trabalho.
9:30. Inauguração a cargo de Valentim García, Secretario Xeral de Política Linguística da Xunta de Galicia, e de Adolfo Muíños, Alcalde de Rianxo.
10:30-12. Indígenas que não hão de sobreviver, indígenas que querem sobreviver. Práticas ecolinguísticas. Teresa Moure.
12:30-14. Galiza-Portugal: Com a língua além da língua. Elias Torres.
16-17:30: Oficina de língua 1: Dicas para internacionalizarmos o galego. Sabela Fernández.
18-20. Fazermos cultura 1: Cultura escrita e práticas de resistência em Rianxo: o projeto Axóuxere. Roberto Abuín.

26/06: Pensamento atual ao norte e ao sul do Minho
10-11:30. A cultura da morte e o debate sobre a eutanásia. Gilberto do Couto e Brais Arribas.
12-14. A cultura do género e as novas masculinidades. Carme Adán, Jorge G. Marín e Marco Gonçalves.
16-17:30. Oficina de língua 2: O galego visto com olhos portugueses. Sérgio Condeço e Fausta Pereira.
18-20. Fazermos cultura 2: Se não posso dançar, não é a minha revolução. Obradoiro de dança galego-portuguesa por Carme Campo e Chus Caramés de Andar cos tempos.

27/06: Práticas culturais cá e lá
10-11:30. Quando as palavras ferem: leis de estado e delitos de ódio. Xoán Antón Pérez Lema.
12-14: Artes plásticas e visuais em países periféricos: projeto impossível? Teresa Torres de Eça e Natalia Poncela.
16-17:30. Oficina de língua 3: Como detetarmos aquele castelhanismo oculto. Valentim R. Fagim.
18: Fazermos cultura 3: Todas à cena. Obradoiro de teatro pósdramático. Afonso Becerra.

28/06: A título de conclusões
10-11:30. O papel de falantes, diásporas e centros sociais na internacionalização da língua. Alex Dayán Fernández e Beatriz Bieites.
12-14. Onde as portas ficam abertas: o que julgam as pessoas inscritas neste curso. Debate aberto guiado por Sabela Fernández.
16–17:30. Palestra de clausura: A prática dos cuidados e o diálogo intercultural. Lina Coelho e Brais Arribas.
18-30–20. Fazermos cultura 4: Uma descida em paraquedas até à música que chamam de culta. Concerto didático. Xurxo Varela.
Entrega de diplomas e encerramento.

 

MAIS INFORMAÇÃO: 

http://concelloderianxo.gal:8080/cultura/-/blogs/curso-de-veran-da-usc-galego-

Programa do curso

Inscrição

 

A Academia Galega da Língua Portuguesa celebra o Dia da Língua Portuguesa e Cultura da CPLP com um ato aberto ao público, a segunda-feira dia 6 de maio, com início às 19.00 horas, na Casa da Língua Comum em Santiago de Compostela.

 

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