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Info Atualidade (358)

Professor António Gil Hernández

Perante um interessado público, o professor António Gil Hernández falou no passado dia 25 de janeiro no ciclo Língua, Literatura e Naçom, organizado pela Agrupaçom Cultural O Facho da Corunha.

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O Diário da República publicou no passado dia 25 de janeiro, terça-feira, a resolução do Conselho de Ministros n.o 8/2011 que determina a aplicação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa no sistema educativo português no ano letivo de 2011-2012.

Dia 24 de janeiro, às 13h00, no Salão de Plenos da Câmara Municipal de Rianjo, o seu Presidente, Pedro Piñeiro Hermida assinou um protocolo de colaboração com o Reitor da UAb, Carlos Reis, polo qual a entidade universitária vai instalar um Centro Local de Aprendizagem (CLA) nesta vila galega, o que vem a representar a primeira instituição deste teor que se erige fora de território português.

UAb abre na Galiza o primeiro Centro localizado fora do território de Portugal
Academia Galega da Língua Portuguesa atuou de intermediária

O Concelho de Rianjo e a Universidade Aberta assinam hoje, 24 de janeiro, um Protocolo de Colaboração para a instalação de um Centro Local de Aprendizagem da UAb nesta vila galega. O ato vai ter lugar às 13 horas no Salão de Plenos da Câmara Muncipal, tendo como assinantes o Exmo. Sr. Reitor da UAb, Professor Doutor Carlos Reis, e o Exmo Sr. Presidente do Concelho de Rianjo, Pedro Pinheiro Hermida.

Está confirmada a assistência do Exmo. Sr. Pró Reitor da UAb, Domingos Caeiro, representantes dos grupos políticos municipais e da Fundação Castelao, Camilo Forján (Presidente da Câmara Municipal de Padrão), Gladys Bermúdez Siaba (Presidente da Associação de Empresários do Barbança), Xoaquín Canabal (Presidente de Associação de Empresários de Padrão, Rois e Dodro), José Martinho Montero Santalha (Presidente da AGLP), e a Comissão Executiva da Academia, Valentim Rodrigues Fagim (Presidente da AGAL e membro da AGLP), Alexandre Banhos (Presidente da Fundação Meendinho), além dos diretores dos centros escolares de Rianjo, e diversas personalidades.

O acordo para a instalação do Centro Local de Aprendizagem na Galiza, que abrirá as suas portas em breve no Auditório Municipal, inclui a dotação de diversas dependências como sala de exames, sala de computadores, gabinete do coordenador e biblioteca. Por sua parte, a Universidade contratará uma pessoa coordenadora, responsável pelo CLA, e enviará uma dotação suficiente de livros e materiais didáticos para os alunos.

A Universidade Aberta, uma das instituições europeias mais modernas e de maior prestígio na educação a distância, através do e-learning, abre na Galiza o primeiro Centro localizado fora do território de Portugal. Destarte cumpre-se um dos objetivos do Protocolo de Colaboração e Apoio Recíproco assinado entre essa Universidade e a Academia Galega da Língua Portuguesa, em Santiago de Compostela, em 5 de outubro de 2009, durante a realização do I Seminário de Lexicologia. No relacionamento entre Rianjo e a UAb, a Academia atuou no papel de intermediária, facilitando o contacto entre ambas as partes.

Mais info:

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Foi criada em 28 de Outubro de 2010, e oficialmente constituída em 6 de dezembro do mesmo ano, a Associação [Internacional] dos Colóquios da Lusofonia.

sexta-feira, 14 janeiro 2011 02:00

'Cantares Galegos' em Ginzo de Límia

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Número 1 dos Clássicos da Galiza apresentado por todo o País

Edições da Galiza e a Academia Galega da Língua Portuguesa publicaram recentemente a nova versão dos Cantares Galegos de Rosália de Castro segundo o último Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Esta versão foi realizada e dirigida polo membro da Academia Prof. Dr. Higino Martins Esteves, constando de 248 páginas entre preliminares, texto e notas finais.

Além do seu lançamento nacional em Compostela, o primeiro dos livros publicados da coleção dos Clássicos da Galiza, já foi apresentado nas últimas semanas em Ourense e na Corunha. Agora, esta edição especial será apresentada nesta sexta-feira, 14 de janeiro, em Ginzo de Límia.

O evento terá lugar a  partir de 20h00 na Casa da Cultura da capital limiã e nele participarão o vice-presidente da AGLP, o professor e lexicógrafo Isaac Alonso Estraviz, e mais a também académica Concha Rousia. Para a organização deste evento, a Academia Galega conta com a parceria do Centro Cultural Popular do Límia, do Centro Social Aguilhoar e de Edições da Galiza.

Breve resenha do livro

Se alguma vez um livro foi capaz de mudar a trajetória da escrita, da língua e por tanto da imagem que uma nação tem de ela própria e oferece ao mundo é esta obra-prima da nossa enorme Rosália de Castro.

Foi alvorada que abalou em saudades o duro coração dos galegos e rompeu para sempre a tradição de seqüestro noutra língua. Exemplo de tão alegre e melâncolico ritmo demonstrou possível uma literatura galega, radical e moderna, na língua que empregava a gente para cantar e viver, na única em que podiam ser exprimidas todas as subtilezas do ser, toda a complexa, longa e assanhadamente apagada História nacional.

Os Cantares Galegos, nas asas românticas dos lieder, na polêmica céltica dos Barzaz Breiz, em diálogo com as Espanhas de Antonio Trueba, são testemunho e reivindicação da essência poética e musical galega, síntese intensa de leituras, melodias, ares, ditos, ambiente e conversas sobre folclore e nação.

Escritos quando agoniza a I Restauração bourbónica espanhola (1863), num momento em que a Galiza liberal luta pola modernidade, celebrados como bandeira antes da chegada da II Restauração canovista nas Espanhas, são, coincidindo com os sonhos vitais da autora, desafio e desabafo, presente e jogo poético de amor; símbolo e mensagem de uma entusiasta moça dotada de raro talento artístico e tremenda potência intelectual.

Se há um programa é este: o da reivindicação dessa língua familiar e cultura herdada em farrapos, aprendida sem mais escola que a das aldeias e sem gramática de nenhuma classe, que aspira por próprio esforço e constância, em construção permanente desde aquela, a levar o nome de Galiza ao lugar onde lhe corresponde entre as nações da Terra.

Cuidai, que começa...

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A Academia Galega da Língua Portuguesa, reunida o sábado 8 de janeiro em Santiago de Compostela, aprovou a proposta da Comissão de Publicações para a edição de 10 títulos dos Clássicos da Galiza no ano 2011, em colaboração com as Edições da Galiza; bem como a criação da Comissão de Gramática.

sexta-feira, 07 janeiro 2011 17:36

"Ayes de Mi País" apresenta-se no Paço de Tor

Capa de Ayes de Mi País: o Cancioneiro de Marcial Valladares

Cancioneiro foi editado de parceria com aCentral Folque e a AGLP

Neste sábado 8 de janeiro, às 20h30, apresenta-se Ayes de Mi País: o Cancioneiro de Marcial Valladares, o primeiro cancioneiro  musical galego com a edição crítica recentemente publicada por José Luís do Pico Orjais e Isabel Rei em Dos Acordes. A apresentação será no Paço de Tor (Monforte). Haverá um recital de guitarra de Isabel Rei interpretando peças do cancioneiro.

O Paço de Tor, nas imediações de Monforte, acolherá a apresentação do 1º cancioneiro galego de música, coletânea de peças populares até agora inédito na sua versão completa. Precisamente nos ambientes da fidalguia pacega foi onde se desenvolveram as sensibilidades e se reinterpretavam estes temas nas soirées ou veladas musicais em meados do século XIX, muito à moda européia nessa altura. Por esta razão haverá um pequeno concerto de guitarra no ato de apresentação.

Marcial Valladares e a sua família, mantinham este costume no seu paço de Vilancosta (Estrada) e fruto das recolheitas de campo sobre o folclore galego e a sua relação com outros inteletuais e músicos da época, conseguiu formar uma colecão de cantigas  e melodias muito ricas que nunca foram publicadas na sua integridade e que agora vêem a luz numa exaustiva edição do historiador José Luís do Pico Orjais e da intérprete e investigadora Isabel Rei.

Uma publicação muito completa com uma ampla contextualização histórica e material gráfico, assim como as partituras originais e uma transcrição moderna das mesmas, editada em Dos Acordes de parceria com a aCentral Folque e a AGLP.

Marcial Valladares (1821-1903) foi jornalista, poeta, novelista e lexicógrafo galego. Autor do famoso Diccionario gallego-castellano (1884) com 11.000 entradas que recolheu entre 1850 e 1884, ao que incorporou como referência 240 cantigas e 460 textos em prosa, na sua maioria literatura popular. No ano 1970 a Real Academia Galega dedicou-lhe o "Dia das Letras Galegas". O 'Senhor de Vilancosta' foi, sem dúvida, um dos escritores mais prolíficos do Rexurdimento. Como novelista foi o primeiro em publicar em galego (Maxina ou a filla espúrea), obra inicial da narrativa galega.

José Luís do Pico Orjais, é mestre, músico e historiador. Foi Professor de Teoria e Método do Conservatório Folque de Lalim, fundador do grupo Leixaprén e membro habitual do grupo de Maria Manuela. Autor de numerosas conferências sobre o folclore, tem publicado diferentes artigos em revistas especializadas sobre património musical e historiografia dos cancioneiros galegos, tendo publicado a edição crítica do cancioneiro de Inzenga.

Isabel Rei Sanmartim é professora de guitarra no Conservatório Superior de Música de Santiago de Compostela. Intérprete profissional e internacional (Bélgica, Alemanha, Itália, Portugal...) e ganhadora de numerosos prémios para o seu instrumento. É académica da Academia Galega da Língua Portuguesa, fazendo parte da sua Comissão Executiva.

Apresentação na Feira do Livro de Vigo

Ângelo Cristóvão, Miguel Cupeiro e Alexandre Banhos
na Feira do Livro de Vigo

Na segunda-feira, dia 13 de julho de 2009, decorreu na Feira do Livro de Vigo a quinta apresentação do livro Galiza: Língua e Sociedade, editado pela Academia Galega da Língua Portuguesa, e promovido pela Associação de Amizade Galiza -Portugal.

Apresentados por Alexandre Banhos Campo, sócio da Ass. Cultural Pró AGLP, intervieram como oradores os co-autores do livro Miguel Cupeiro Frade, linguista e professor de português e Ângelo Cristóvão Angueira, empresário, presidente da Ass. Cultural Pró AGLP e académico da AGLP.

Depois da excelente apresentação do livro por parte de Miguel Cupeiro e dos comentários breves a respeito do seu artigo, Ângelo Cristóvão explicou também os temas dos seus artigos, facto que o levou a expor os objetivos da Academia e os motivos da sua criação. Depois das exposições, o numeroso, variado e atento público realizou várias perguntas que, para além da atenção colocada nos discursos, evidenciavam um certo, mas natural, desconhecimento do projeto da Academia e do reintegracionismo em geral que foi eficazmente resolvido pelos oradores.

Finalmente venderam-se exemplares do livro e várias pessoas solicitaram mais informação sobre a nossa Academia.

Queremos agradecer aos organizadores da Feira do Livro a sua atenção e disponibilidade, assim como à livraria Andel, em que se pode adquirir o livro ao preço de 15 euros, pela amabilidade com que fomos tratados e o apoio que deles temos recebido.

Apresentação na Feira do Livro de Vigo

quarta-feira, 08 julho 2009 23:12

AGLP foi apresentada em Bruxelas

Ernesto Vázquez Souza, Concha Rousia e Carlos DurãoAna Miranda recebeu a delegação da Academia Galega no Parlamento Europeu

Carlos Durão - Nos dias 4 a 6 passados, a Academia Galega da Língua Portuguesa desenvolveu em Bruxelas diversas atividades, culturais e de relacionamento com o Parlamento Europeu. Iniciaram-se com a apresentação do livro “Galiza: língua e sociedade”, primeiro anexo do Boletim no. 1 da AGLP, na livraria Orfeu, no dia 4 à tarde.

A livraria Orfeu está especializada no livro português e galego, e é regentada por Joaquim Pinto da Silva, «galego do sul», como ele gosta de se chamar, e como assim é, pois este grande amigo da Galiza leva a vias de prática os melhores ideais duma Portugaliza sonhada.

Na apresentação participaram, além dos três académicos Concha Rousia, Ernesto Vázquez Souza e Carlos Durão (nesta ordem), a deputada do BNG no PE Ana Miranda e o próprio Joaquim Pinto da Silva.

Ernesto Vázquez Souza, Concha Rousia e Carlos Durão com Joaquim Pinto da Silva

Ernesto Vázquez Souza, Concha Rousia e Carlos Durão
com Joaquim Pinto da Silva na Livraria Orfeu

Joaquim iniciou o ato com uma introdução necessária do livro e da AGLP para o público ali reunido. Disse que era mágoa não se ter convocado o ato para a volta das férias, de maneira que pudessem assistir mais pessoas. Mas ainda assim podiam-se contar umas 20, ao todo, entre elas um timorense (que não falou, mas que tomava muitas notas), vários funcionários portugueses do PE, colegas galegos, etc.

Referiu-se também o Joaquim à comunidade de fundo entre os povos de aquém e além Minho (em ambos os sentidos), nunca tronçada ao longo da história apesar da fronteira política traçada entre os dous Estados por cima da realidade que a transcende: a raia não é fronteira.

A seguir Ana Miranda falou de o galego ser a forma do português na Galiza, que tem pleno direito a ser usado no PE, o que tem o precedente dos deputados Camilo Nogueira e José Posada que, falando cada um com o seu sotaque, foram interpretados nas cabinas de português, ficando assim registadas as suas intervenções no livro das Atas na nossa língua internacional.

Concha explicou a génese da AGLP, desde os Colóquios de Bragança e antes, com as propostas de Ricardo Carvalho Calero e Martinho Montero Santalha, e deixou claro que ela falava no seu galego do norte da raia, que é comum com o do sul, numa zona do interior com caraterísticas próprias que a diferenciam do resto da Galiza e de Portugal. Também falou do Couto Misto, e da naturalidade com que as gentes de ambos lados da raia se relacionam sem repararem em se são do N ou do S.

Ernesto apresentou as produções e os projetos da AGLP, como o Boletim, o DVD da inauguração e o Léxico da Galiza para ser integrado no Vocabulário Ortográfico Comum da Língua Portuguesa. E disse-nos que a Galiza não vai perder o seu carácter pelo que irá a acontecer nos próximos anos, pois durante pelo menos os derradeiros 5.000 anos vem reproduzindo a sua forte identidade num habitat fortemente humanizado. Ah!, e lembrou-lhe aos portugueses que a palavra “pedra” não é particularmente lusa nem brasileira, mas... galega! O humor não impediu, antes ajudou a partilhar connosco a sua erudição.

Eu fiz um percorrido pelos ensaios do livro objeto da apresentação, procurando dizer algo informativo sobre os autores e o conteúdo para um público não galego. Cá e lá fazia excursos explicativos para arredondar alguma ideia do reintegracionismo, sempre pensando nos que se achegam à problemática desde as coordenadas de quem não tem questionada a sua identidade linguística e acha difícil entender a nossa urgência.

No colóquio intervieram tradutores e funcionários portugueses do PE; o ambiente foi-se animando até abranger a maior parte do público (incluídos Miro Momán e Suso Requena), com todos nós, que tocamos afinal todos os temas fundamentais da nossa problemática: o acosso não declarado do Estado Espanhol (denominado Reino de España) à língua própria da Galiza, a Constituição Espanhola, propositadamente desigual para as línguas estatais, a trajetória da sociolinguística galega nos derradeiros 30 anos (a começar pelo próprio editor do livro apresentado, António Gil Hernández), a justificação para se fundar a AGLP como entidade galega cívica, orientadora da língua nacional da Galiza, etc.

Momentos de conversas

Momentos de conversa

No remate veio à baila a utilidade ou não das línguas ditas menos extensas: o pano de fundo era se não seria melhor sacrificar o uso de línguas oficiais como o gaélico ou o maltês (entre as 23 do PE) em benefício do inglês, para poupar os custos de tradução cada vez maiores.

A seguir assinamos exemplares do livro, e do Boletim, que o Joaquim já tinha na sua livraria (como também o DVD, trípticos da Pró-AGLP, e ainda o Léxico da Galiza, que lhe foi presenteado).

O ato resultou muito positivo, não só para a AGLP, mas também para a valente livraria Orfeu, onde se vêm realizando desde há muito tempo atos deste tipo, palestras, concertos, etc., num quadro geral galego-português (alguns nomes: José L. Fontenla, Fernando Venâncio, César Varela, Isabel Rei).

O outro alvo da visita da AGLP a Bruxelas era o relacionamento com o PE. Mas o domingo, 5, passamo-lo em visitas à cidade ou, no meu caso, acolhido à generosa hospitalidade do Joaquim e a sua esposa; com eles tive tempo para tratar os temas “galécios” muito queridos para nós, e falarmos de atividades e projetos.

Com eles fui convidado ao lar doutro “galego do sul”, neste caso do Barroso, e ali pude escuitar uma fala bem galega, até com a adversativa “pero”, assim pronunciada, paroxítona, que os dicionários portugueses dão como antiga ou arcaica. E falava-se da raia, do Couto Misto, de Lôvios e Entrimo, do Ginzo, como de lugares que estavam aí à mão.

O facto de a casa do Joaquim estar situada nos arredores de Bruxelas, na zona flamenga, deu-nos pé para refletir na imersão total na língua própria, levada a cabo até com beligerância, dita intransigente, pelos francófonos; mas é difícil ver-se uma alternativa para os flamengos manterem a sua identidade (como não fosse a independência). Dá que pensar para nós.

Reunimo-nos em fim, à tardinha, com o grupo galego, ao que se somou Xavier Queipo. E com Ana combinamos a visita ao PE no dia seguinte.

No Parlamento Europeu com Ana Miranda

No Parlamento Europeu com Ana Miranda

Na segunda, 6, fomos ao PE com Ana; entramos no moderno edifício, onde tivemos que nos deixar retratar por uma câmara automática, para se fazer uns passes que nos identificassem cada vez que havia que passar um controlo automático.

Ana mostrou-nos as confortáveis dependências do “nosso” parlamento, na “nossa” capital. Retratamo-nos na tribuna do grande auditório das sessões solenes. Conversamos sobre questões linguísticas e outras. Continua a ser possível seguir o precedente do Camilo no PE de empregar ali a nossa língua. Mais uma vez, constatamos a “inveja” dos deputados bascos e catalães, que não têm essa opção e que não entendem como é que as instituições galegas não a aproveitam.

Jantamos todos, junto com o Joaquim (que voltara do seu escritório no PE, onde trabalha), no refeitório do local. Ele mencionou que seria útil divulgar mais em Portugal a história da língua comum, a origem e o nome, porquê ela, nada na Galécia, chegou a se conhecer internacionalmente como português, etc.

Em fim, entrando já a tarde, chegou a hora das despedidas; todos um pouco saudosos, mas muito gratos pela amabilidade da Ana Miranda, com quem prometemos manter o contato no futuro.

Concluímos que a AGLP é levada a sério nas instituições europeias, que tem um grande amigo no portuense Joaquim, e que representa um grande valor para a sociedade galega e a Galiza.

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