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Registo Fundações Culturais do Ministério da Cultura da Espanha

Primeira reunião do patronato terá lugar o 18 de junho
em Santiago de Compostela

A Fundação Academia Galega da Língua Portuguesa já é uma realidade. A nova entidade, promovida pela Associação Cultural Pró AGLP, foi constituída em 20 de janeiro de 2011 e registada em 29 de abril no Ministério da Cultura da Espanha com o número 980, tendo o âmbito de atuação em todo o Estado.

A primeira reunião do patronato, integrada por 29 académicos numerários, terá lugar o 18 de junho em Santiago de Compostela. A Fundação assume a tutela da Academia e os compromissos contratuais existentes, com apoio explícito às quatro comissões existentes: Lexicologia e Lexicografia, Planeamento e Informática, Relações Internacionais e Gramática, visando o seu desenvolvimento em todos os âmbitos da sociedade.

Nos estatutos, com redação bilingue português – espanhol, indica-se os seguintes fins:

a) A defesa da unidade da língua portuguesa, o seu ensino, aprendizado, uso correto e naturalização na Galiza.

b) Promover o estudo da língua da Galiza para que o processo da sua normalização seja congruente com os usos que vigoram no conjunto da Lusofonia.

c) Impulsionar o achegamento e facilitar a circulação e intercâmbio cultural da Galiza com o conjunto da Lusofonia, visando a valorização e continuidade dos laços históricos e culturais.

d) Promover e difundir o conhecimento recíproco, em todas as suas dimensões e nomeadamente no campo linguístico e cultural, da Galiza e do conjunto de países da Lusofonia, das coletividades emigradas e de outras pertencentes ou relacionadas com o sistema linguístico galego-português.

e) Se proceder, assessorar e propor iniciativas aos poderes públicos e quaisquer outras instituições interessadas na implementação do Português nos territórios e comunidades da Lusofonia e no desenvolvimento de ações tendentes a fomentar as relações entre a Galiza e o conjunto da Lusofonia.

f) Promover ações de cooperação para o desenvolvimento no âmbito dos países e territórios de língua portuguesa, nomeadamente no campo da educação, pesquisa e política linguística.

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