A Academia Galega da Língua Portuguesa divulga o vídeo da Conferência de Santiago de Compostela, de 11 de outubro de 2019, que organizou conjuntamente com a Comissão Temática de Promoção e Difusão da Língua Portuguesa dos Observadores Consultivos da CPLP, no Centro Internacional de Estudos de Doutoramento e Avançados da Universidade de Santiago de Compostela, com o patrocínio do Governo da Galiza. Adjunto Ver Programa

Ligaçao Vídeos JUVENTUDE, DIÁSPORA E MOBILIDADE ACADÉMICA

A Academia Galega da Língua Portuguesa celebra o Dia da Língua Portuguesa e Cultura da CPLP com um ato aberto ao público, a segunda-feira dia 6 de maio, com início às 19.00 horas, na Casa da Língua Comum em Santiago de Compostela.

 

terça-feira, 26 março 2019 00:42

III Congresso de Estudos Internacionais da Galiza

 

Abertas inscrições III Congresso de Estudos Internacionais da Galiza do Instituto Galego de Análise e Documentación Internacional - GALIZA E A LUSOFONIA PERANTE OS DESAFIOS GLOBAIS

 

Em 27 e 28 de março, em Ponte Vedra, está agendado o III Congresso do IGADI, desta vez virado para o relacionamento lusófono; em palavras da organização, "O Congresso quer ser um foro de debate cívico e académico acerca da participação da Galiza neste espaço internacional no contexto do quinto aniversário da aprovação da Lei Paz-Andrade".

 

Anexo : PDF con + Info

quinta-feira, 28 fevereiro 2019 10:55

Homenagem a Eugénia Neto

O município de Montalegre rende homenagem a mais um "filho da terra". Acontece esta tarde, pelas 16 horas, no salão dos Paços do Concelho. Falamos da barrosã Maria Eugénia Neto que entre outras curiosidades, foi casada com o antigo presidente angolano, Agostinho Neto.

Maria Eugénia Neto nasceu em 1934, em Montalegre e cresceu em Lisboa. Estudou desenho e línguas estrangeiras e participou nos coros do Conservatório Nacional Português. Publicou os seus primeiros poemas e artigos na imprensa portuguesa.
Em 1948, num círculo de intelectuais africanos, conhece Agostinho Neto, com quem viria a casar-se 10 anos depois. Durante a luta armada de libertação nacional, prestou um valioso contributo à cultura pela divulgação de poesia em programas de rádio e publicação de artigos e poemas em jornais no estrangeiro. Chegada a Angola, foi diretora do Boletim da Organização da Mulher Angolana, que era traduzido em francês e inglês.
Publicou, entre outros títulos: «...E nas florestas os bichos falaram» (conto/1977), livro que mereceu o Prémio de Honra da comissão cultural da então RDA e o de exposição no certame «Os mais belos livros do mundo», realizada em Leipzig, «Foi esperança e foi certeza» (poemas, Luanda 1976 - 1.ª edição, Luanda, 1985 - 2.ª edição), «O soar dos kissanges» (Luanda, 2000). A autora encontra-se traduzida em diversas línguas.
Eugénia Neto é sócia honorária da Academia de Letras de Trás-os-Montes desde o dia 25 de julho de 2015.

Tomada de Posse

 

Ato Poético

quinta-feira, 08 novembro 2018 02:47

Congresso "Património e Fronteira"

Decorre dos dias 8 a 9 de novembro em Santiago de Compostela o Congresso "Património e Fronteira", organizado pelo Consello da Cultura Galega, com o apoio da Comissão Temática de Promoção e Difusão da Língua Portuguesa da CPLP, e da Universidade do Minho.

http://consellodacultura.gal/evento.php?id=200740

 

O evento, que contará com a presença da Diretora Geral da CPLP, Georgina Benrós de Mello, articula-se em três mesas de debate, sob os rótulos "Fronteiras que unem", "Fronteiras que separam" e "Construindo Fronteiras, Deconstruindo Realidades", incluindo nove oradores, galegos e portugueses.

 

A Diretora Geral da CPLP manterá reuniões com os quatro grupos políticos do Parlamento da Galiza, o que põe de manifesto a importância desta visita institucional. Ainda, na Casa da Língua Comum, tem previsto realizar encontros com a Academia Galega da Língua Portuguesa, entidade que desde 2017 tem o reconhecimento de observador consultivo da CPLP, e com uma representação de associações culturais galegas orientadas ao relacionamento com o âmbito lusófono.

sábado, 22 setembro 2018 22:42

Tomada de Posse da professora Inocência Mata

O Presidente da AGLP, Rudesindo Soutelo, anuncia que o sábado 29 de setembro terá lugar o ato de tomada de posse, como académica correspondente, da doutora Inocência Mata, na Casa da Língua Comum, em Santiago. O discurso de receção será a cargo do académico de mérito José Luís Fontenla.

Inocência Mata nasceu em 1957 em São Tomé e Príncipe, fez os estudos secundários em Angola e vive em Portugal desde 1980. Manteve relação com o Movimento Lusófono Galego desde muito cedo, servindo de ponte para a abertura da Galiza a outras realidades culturais que se desenvolvem na nossa língua, em África. Prova dessa colaboração é o seu livro Pelos Trilhos da Literatura Africana em Língua Portuguesa, publicado pelas Irmandades da Fala da Galiza e Portugal na sua Coleção Cadenos do Povo - Ensaios. Ponte Vedra / Braga (1992).

Professora da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tem publicados diversos livros a numerosos artigos sobre literatura em língua portuguesa e estudos pós-coloniais.

 

Ato aberto ao público. HORA : 12:00

MAPA CASA DE LÍNGUA COMUM

 

ANEXO : CURRÍCULO E BIBLIOGRAFIA

 

Está a decorrer, nos dias 17 e 18 de julho, a XII Cimeira dos chefes de Estado e do Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) na Vila de Santa Maria, ilha do Sal, em Cabo Verde. A data coincide com o aniversário da CPLP, que assinala 22 anos de existência no dia 17.

A Academia Galega da Língua Portuguesa organiza um encontro de Lexicografia, subordinado ao tema dos novos vocabulários ortográficos, que terá lugar o dia 21 de julho na Casa da Língua Comum, em Santiago de Compostela, com início às 12 horas, com os seguintes oradores:

 

    Ana Salgado: «Apresentação do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa em linha, da Academia das Ciências de Lisboa».

    Carlos Durão: «O Vocabulário Ortográfico da Galiza como contributo ao Vocabulário Ortográfico Comum da Língua Portuguesa».

    Isaac Alonso Estraviz: «Critérios lexicográficos orientadores da atualização do Dicionário Estraviz».

 

A introdução do Acordo Ortográfico nas políticas dos países de língua oficial portuguesa, especialmente a partir de 2008, conduziu à progressiva atualização e adaptação de diversos instrumentos normativos como dicionários, vocabulários ortográficos e corretores informáticos, bem como à criação de novos materiais de apoio ao consulente ou estudante. Assim, pode encontrar-se vocabulários nacionais e o Vocabulário Ortográfico Comum.

 

Neste processo, o Instituto Internacional da Língua Portuguesa, organismo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, tem assumido a responsabilidade da coordenação das diversas Comissões Nacionais e, em último caso, das decisões sobre a escrita correta de algumas formas lexicais que, atendendo à literalidade do texto do Acordo Ortográfico de 1990 ofereciam dúvidas interpretativas.

A tomada de decisões, bem como os vocabulários ortográficos produzidos desde 2008, entre os quais o Vocabulário Ortográfico da Galiza, da Comissão de Lexicologia e Lexicografia da AGLP, e o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, da Academia das Ciências de Lisboa, podem ser de interesse e utilidade para os estudantes, investigadores e autoridades interessadas na política linguística, constituindo contributos úteis para a dinamização de uma área de conhecimento, a Lexicografia, em permanente atualização.

O Encontro terá lugar na Casa da Língua Comum, rua de Emílio e de Manuel, 3, r/c Santiago de Compostela. Entrada livre.

 

sexta-feira, 13 julho 2018 01:27

ETIMOLOGIAS obscuras ou esconsas

Eis uma presa de etimologias achadas ao longo de trinta e cinco anos de pesquisas, muitas já publicadas em atas de congressos, em revistas, no livro sobre As tribos calaicas ou na Rede. As notícias certamente valem se atinam, mas é que estas ainda não tiveram a ocasião de serem refutadas.

Dificuldades há, muitas e complexas. A cultura galega não é viável na conjuntura. As periféricas no estado espanhol não fruem de muita simpatia. Aliás, a projeção da língua portuguesa no mundo ainda não tem o peso proporcional à dimensão demográfica. Lavrar nessa seara não é apenas um labor necessário. Também é labor que dá felicidade, o que é prova da certeza da singradura. E já se sabe que navegar é necessário.

A ordem foi complexa. Reflete o tempo em que essas origens foram surgindo. Repeti, isoladas, algumas já inseridas em conjuntos, se a importância aconselhou salientá-las: eis os vocabulários do calçado arcaico e o da insânia. A preguiça e a imperícia são as autoras do resto das mágoas. Se há mérito é o da ingenuidade e a ousadia; o pecado que não quis cometer é o de calar o que me parecia claro, mesmo sem os antecedentes do académico decoro. Prefiro ser o rapaz que vê a nudez do rei e correr o risco de ficar envergonhado.

Ao cabo surge um quadro nítido da situação linguística do oeste da península (também do resto) no milénio primeiro. Foi surpreendente dar com provas da pervivência de uma língua indo-europeia pré-romana de tipo céltico até os arredores do ano mil, coexistindo com um latim republicano assaz arcaico. A língua pré-romana mostra um perfil próximo do céltico goidélico. Foi falada por toda a península, como materna ou como franca (nos iberos e bascos). Por muito tempo pôde evitar-se a questão sob pretexto de as palavras pré-romanas óbvias serem de datação impossível. Assim ficava inconteste a ideia de a latinização ser quase fulminante.

Mas ora antropónimos (Orraca, Ordonho), topónimos (Samos) e apelativos (esquerda) destruem o cómodo da data incerta e desafiam qualquer a rebater. A par, muitas outras palavras roboram mais cada vez a condição céltica da língua tanto tempo esquecida, céltico de labiovelar intacta, de tipo goidélico. O número de palavras do fundo céltico é esmagador. A falta no nosso âmbito de estudos sistematicos de linguística céltica somente em parte pode explicar um silêncio tão prolongado, que cada vez se parece mais com a nudez do rei do conto de Andersen.  

 

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quarta-feira, 20 junho 2018 01:22

Galego porta aberta ao mundo

OBJETIVOS


Hoje a língua galega experimenta uma situação crítica: todos os indicadores alertam sobre o seu esmorecimento progressivo, especialmente entre falantes jovens. Como
símbolo de identidade coletiva nuns tempos onde o termo nação suscita controvérsias, as políticas ensaiadas para a sua promoção e dinamização não semelham ter produzido resultados satisfactórios. Nesse contexto, o curso Galego, porta aberta para o mundo tenciona abrir um debate entre diferentes agentes sociais, políticos e culturais e analisarmos as hipóteses de promoção da língua à luz da Lei Paz Andrade, aprovada no Parlamento Galego, e destinada a introduzir o português na educação e nos meios de comunicação para frear a morte da língua desenvolvendo as suas possibilidades internacionais. O galego internacional implica aceitar uma comunidade de variantes na lusofonia que apaga fronteiras numa sociedade cada vez mais interconectada, dinámica e plural. As suas vantagens culturais e económicas, os seus alicerces filológicos e sociolinguísticos e a sua potencialidade para revitalizar o idioma serão estudados com detalhe. Explicarmos o como e o porquê desta opção, estudarmos as suas consequências no ensino, nos produtos culturais e simbólicos e na realidade económica imediata, sem excluirmos as posturas críticas ou céticas tornou-se numa questão fulcral para a sociedade galega atual; um assunto, aliás, que liga o passado com o futuro, o nosso território e a nossa cultura com outras
geografias e perceções da realidade, visando recuperar o papel da Universidade como espaço de ponte entre as teorias académicas e o bem-estar social.


PROGRAMA


26/06 Do que estamos a falar


9:30         Inauguração a cargo de Valentín García, Secretario Xeral de Política Lingüística.


10-11:30: Os grupos políticos e a Lei Paz Andrade. Mesa redonda.

Moderador: Ângelo Cristóvão, vice-presidente da AGLP.

Participam: Concepción Burgo (deputada no Parlamento Galego, PSOE), Ánxeles Cuña (deputada no Parlamento Galego, En Marea), César Fernández Gil (deputado no Parlamento Galego, PP), Olalla Rodil (deputada no Parlamento Galego, BNG).


12-13:30: Pode ser o galego uma oportunidade? Valentim R. Fagim (prof. de português na EOI) e José Ramom Pichel (engenheiro informático).


16-17:30: Que foi do português no ensino? Mesa redonda.

Moderador: Carlos Quiroga (prof. da USC).

Participantes: Miguel Rios (prof. de ensino secundário) Carme Saborido (prof. de ensino secundário), Carlos Valcárcel (prof. da UDC).


18-20:     Empresas que prometem romper fronteiras.
Participantes: Paulo Cundins (Dinahosting), José Ramom Pichel (imaxin/software), Ramom Pinheiro (aCentral Folque), Manuel Vázquez (Rede Galega de Empresas).


27/06 Estratégias para internacionalizar a língua 


10-11:30:     Aprender e desaprender galego-português a toda a rapidez. Antia Cortiças e Valentim Fagim (professores de português na EOI).


12-14:00:     Dinâmica de grupos: o dilema de mudarmos de hábitos. Sabela Fernández (prof. de ensino secundário) e Teresa Moure (prof. da USC).

 

16–17:30: Como nos vêem lá fora? Marco Neves (prof. na Univ. de Lisboa) e Joana Magalhães (Investigadora pósdoutoramento no Instituto de Investigación Biomédica da
Corunha)

 

18-20:         Em carne viva. Recital com as poetas Susana Arins, Tiago A. Costa, Mário Herrero, Concha Rousia.

 

28/06 Pontos críticos

 

10-11:30:     Argumentos céticos ou contrários ao galego internacional. Antón Dobao (linguista na CRTVG)

 

12-13:30:     Que se passa com as mulheres e a língua? Mesa redonda.

Moderadora: Llerena Perozo (editora).

Participantes: Susana Arins (prof. ensino secundário), Antia Cortiças (prof. na EOI), Raquel Miragaia (prof. ensino secundário).


16-17:30:    Documentário Porta para o exterior e debate com @s autor@s. Sabela Fernández e José Ramon Pichel.

 

18-20:00: Editar no padrão internacional, o que pensam as editoras. Mesa redonda. Moderador: Roberto Samartim (prof. da UDC). Participantes: Manuel Bragado (Xerais), Francisco Castro (Galaxia), Teresa Crisanta Pilhado (Através), Rafael Xaneiro (Axóuxere).

 

29/06 A obter conclusões


10-11:30:     O futuro da língua em cifras. Jorge Mira (prof. da USC)

 

12-14:00:    Pode o audiovisual acelerar o encontro cultural galego-português? 
Moderadora: Fernanda Tabarés (dir. de Voz Audiovisual).

Participantes: Fernando R. Ojea, dir. de Contidos da CRTVG e Teresa Paixão, diretora de programas RPT2.


16-17:30:     Stop Apartheid e conclusões do curso. Mário Herrero (tradutor, poeta e investigador) e Teresa Moure (prof.da USC).


18-19:30:     Palestra de clausura: Língua, cultura e comunidade galega: Tentativas para maior coesão e satisfação. Elias J. Torres (prof. da USC)

 

19:30           Entrega de diplomas

A Academia Galega da Língua Portuguesa, a Associaçom Galega da Língua e a Fundaçom Meendinho, com a adesão da Associaçom de Estudos Galegos, enviam carta ao Presidente do Governo Autómono da Galiza, Alberto Núñez Feijoo, a respeito da Lei para o Aproveitamento da Língua Portuguesa e Vínculos com a Lusofonia, aprovada no Parlamento autónomo em março de 2014. Reproduzimos o texto na íntegra.

A Casa da Língua Comum, de Santiago de Compostela, foi o espaço em que a AGLP celebrou o do Dia da Língua Portuguesa e Culturas da CPLP, no sábado 5 de maio.

A Academia Galega da Língua Portuguesa divulga uma entrevista à Doutora Georgina Benrós de Mello, Diretora Geral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, que foi registada o dia 7 de abril, durante a sua assistência ao II Encontro de Mulheres da Lusofonia. A Diretora Geral responde perguntas sobre a importância das mulheres na CPLP, a possibilidade de a Galiza vir a fazer parte desse organismo internacional, e uma valorização do trabalho da AGLP e do próprio Encontro de Mulheres que se estava a desenvolver na Casa da Língua Comum, sede da AGLP, em Santiago de Compostela

sexta-feira, 27 abril 2018 22:54

Dia da Língua Portuguesa e Cultura na CPLP

O 5 de maio é o dia instituído pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa para organizar atos que celebrem o dia da Língua Portuguesa e Cultura na CPLP. Este ano, pela primeira vez, a Academia Galega da Língua Portuguesa vai colaborar nesta celebração, em coerência com a sua admissão na categoria de observador consultivo desse organismo internacional, em julho de 2017.

Organizado pela Câmara Municipal da Praia e a UCCLA - União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa, terá lugar nessa capital, de 19 a 21 de abril, um novo Encontro de Escritores, que reunirá personalidades de diversas latitudes. O evento contará com a participação do Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, o Primeiro-Ministro, Ulisses Correia e Silva, bem como o Presidente da UCCLA, Vítor Ramalho, e diversas personalidades e escritores de Angola, China, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
Pela Galiza, em representação da Academia Galega da Língua Portuguesa, estará presente a académica e escritora Concha Rousia, que intervirá com uma comunicação subordinada ao título "Mudança de narrativa linguística na Galiza". O encontro inclui atividades paralelas como uma mostra / feira do livro, a exposição "Praia e Literatura", ou visita ao Tarrafal.

segunda-feira, 19 março 2018 07:58

II Encontro de mulheres da Lusofonia

II Encontro de Mulheres na Lusofonia: Mulheres, Territórios e Memórias

Santiago de Compostela. 6, 7, 8 de abril

A Academia Galega da Língua Portuguesa, a Associação Pró-AGLP e a UMAR-União de Mulheres Alternativa e Resposta organizam o II Encontro de Mulheres da Lusofonia: Mulheres, territórios e memórias. O encontro visa criar uma rede plural feminista de mulheres do espaço lusófono, potenciando um entrecruzamento de diálogos, de experiências e de conhecimento.

O Encontro conta com o apoio da Comissão Temática de Promoção e Difusão da Língua Portuguesa dos Observadores Consultivos da CPLP, do Concelho de Santiago, da Livraria Lila de Lilith de Compostela, do Museu do Aljube. Resistência e Liberdade de Lisboa, do Projeto Cárcere da Corunha, da Marcha Mundial das Mulheres-Galiza, da Plataforma Femista Galega, da Ondjango Feminista (Angola) e da Fórum Mulher (Moçambique). 

 

CPLP apoia “II Encontro de Mulheres da Lusofonia: Mulheres, territórios, memórias”

O sábado 30 de dezembro, pelas 10 horas terá lugar na Casa da Língua Comum, sede da Academia Galega da Língua Portuguesa, um ato público de homenagem a José Luís Fontenla Rodrigues, em que intervirão o presidente da Academia, Rudesindo Soutelo, o académico Joám Trilho, que recordará a intensa atividade cultural, cívica, editorial e política do protagonista, durante quase 5 décadas. Seguidamente o professor Luís Fontenla (filho) e finalmente o próprio homenageado e doador da biblioteca, José Luís Fontenla Rodrigues.

 

O ato servirá para fazer entrega à família Fontenla do inventário e catálogo da biblioteca, com mais de 9200 títulos, trabalho realizado sob a responsabilidade de Joám Trilho durante a sua etapa de arquiveiro da AGLP.  Na mesma jornada o catálogo será disponibilizado, para consulta pública, na página web www.academiagalega.org

 

Lugar: Casa da Língua Comum - Rua de Emílio e de Manuel, 3, r/c

(Castinheirinho) - 15702 Santiago de Compostela

 

 

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A Academia Galega da Língua Portuguesa foi admitida na Comissão Temática de Promoção e Difusão da Língua Portuguesa, dos Observadores Consultivos da CPLP, na sessão que teve lugar o dia 21 de novembro, da qual fazem parte instituições da sociedade civil de diversos países de língua portuguesa, às quais adere a AGLP, na sequência da concessão do estatuto de Observador Consultivo da CPLP, acordado pela XXII Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da CPLP realizado em Brasília em 20 de julho de 2017.

A Comissão Temática de Promoção e Difusão da Língua Portuguesa é uma estrutura operacional criada no âmbito dos Observadores Consultivos da CPLP que desenvolve actividade específica de debate e de troca de experiências sobre temas da sua área de competência, com vista à identificação e partilha de boas práticas e da implementação de projectos comuns, sempre enquadrada na ação geral prosseguida pela CPLP e com observância do estabelecido no Regulamento dos Observadores Consultivos.

No espaço da internet da Comissão indica-se que «A adoção do Plano de Ação de Brasília para a Promoção e Difusão da Língua Portuguesa, em 2010, permitiu a criação de um instrumento que pudesse constituir a base de atuação nesta matéria. Foram identificadas as prioridades de implementação da língua portuguesa nas organizações internacionais; a promoção da língua portuguesa, nomeadamente através do ensino da língua no espaço da CPLP e do seu fortalecimento como língua estrangeira; a implementação do Acordo Ortográfico, que privilegia a existência de terminologias científicas e técnicas harmonizadas em todo o espaço da CPLP; a difusão pública, através da produção e disseminação de conteúdos audiovisuais em língua portuguesa; a importância e especificidade das diásporas, que são muitas vezes os embaixadores da língua portuguesa pelo mundo fora; e a participação da sociedade civil, na concretização das metas políticas».

Atualmente a sua coordenação corresponde à Doutora Maria Helena Melim Borges, em representação da Fundação Calouste Gulbenkian, com sede em Lisboa.

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