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sexta, 20 julho 2018 12:39

ETIMOLOGIAS obscuras ou esconsas

Eis uma presa de etimologias achadas ao longo de trinta e cinco anos de pesquisas, muitas já publicadas em atas de congressos, em revistas, no livro sobre As tribos calaicas ou na Rede. As notícias certamente valem se atinam, mas é que estas ainda não tiveram a ocasião de serem refutadas.

quarta, 18 julho 2018 02:29

Vocabulário Ortográfico

Hoje, este Vocabulário Ortográfico da Galiza abrange acima de 154000 entradas, número que se considerou como um termo médio razoável no qual coubesse aquele vocabulário propriamente galego (incluindo por exemplo a fauna e flora galegas, bem como os topónimos, antropónimos, gentílicos, etc., mais peculiares da Galiza, nela incluída a Galiza estremeira), junto com o corpus geral da língua, num amplo vocabulário patrimonial, naturalmente partilhado na sua quase totalidade com toda a Lusofonia, como não podia deixar de ser, sendo a velha Gallaecia (lato sensu, a Galiza e o Norte de Portugal) a matriz da língua (e só deixando fora aquele vocabulário mais propriamente peculiar dos outros países lusófonos).  

Vocabulário Ortográfico da Galiza
Carlos Durão

O Vocabulário Ortográfico da Galiza, apresentado publicamente em 27 de junho de 2015, dentro do programa do Seminário "Língua, sociedade civil e ação exterior" da Academia Galega da Língua Portuguesa (AGLP), na Casa da Língua Comum, em Santiago de Compostela, chega agora à fase da sua edição definitiva em papel.

O Texto do Testamento de 1214 de Dom Afonso II, Rei de Portugal:
Edições Filológica, Crítica e Paleográfica

José-Martinho Montero Santalha

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Edição: Academia Galega da Língua Portuguesa

Ramom Reimunde Norenha: "O Tesouro do Monte"

O Tesouro do Monte
Ramom Reimunde Norenha

 

Edição [em parceria]: Academia Galega da Língua Portuguesa

Introdução: Bernardo Penabade

"A um porto galego da costa cantábrica chegam a diário enormes trailers que depositam nas áreas de carga autênticas montanhas de madeira procedente daquela mesma comarca. Som toneladas de troncos harmonicamente pelados e cortados a dous metros e meio. Todos esses toros das árvores foram fonte de vida para milhares de famílias silvicultoras, para empresas dedicadas à corta ou ao transporte, e serám matéria-prima para a indústria ou para o comércio nacional e internacional da pasta de papel. Este é o caminho e o resultado das nossas plantas postas em valor."

A Música de Seis Poemas Universais de Ernesto Guerra da Cal

A Música de Seis Poemas Universais
de Ernesto Guerra da Cal

Isabel Rei Samartim
José Luís do Pico Orjais
Joám Trilho

 

Patrocina: Academia Galega da Língua Portuguesa. Rua Castelão, nº 27 - 15900 Padrão, Galiza

Edição: Dos Acordes

Breve resenha:

Este caderno recolhe as partituras de seis peças de compositores que se interessaram pela obra do nosso poeta sobre. Abre-se com uma apresentação de José Martinho Montero Santalla, presidente da Academia e com um particularizado estudo de José Luís do Pico Orjais, autor da iniciativa e recompilador das notícias sobre as composições. E seguem também os textos das poesias originais de Guerra da Cal.

quinta, 06 outubro 2011 21:55

Maria Dolores Canosa Lôpez: "Mar e Terra"

Mar e Terra

Mar e Terra
Maria Dolores Canosa Lôpez
 

Edição: Fundaçom Meendinho. Vilarchão 98. 36820 Ponte-Caldelas, Galiza

Ayes de Mi País: o Cancioneiro de Marcial Valladares

Ayes de Mi País: o Cancioneiro de Marcial Valladares
 

Edição: Dos Acordes, de parceria com aCentral Folque e a Academia Galega da Língua Portuguesa

Traditional Marking Systems: A Preliminary Survey

Traditional Marking Systems: A Preliminary Survey
 

Edição: Joám Evans Pim, Sergey A. Yatsenko e Oliver T. Perrin

Não Matar É Possível

Não Matar É Possível
Glenn D. Paige
 

Uma iniciativa da FOMICRES (Força Moçambicana para a Investigação de Crimes e Reinserção Social). Maputo, 2011.

Tradução promovida pelo Center for Global Nonkilling e a Academia Galega da Língua Portuguesa.

Resumo: Este livro é oferecido, antes de mais nada, para a apreciação e a reflexão crítica dos acadêmicos de Ciência Política de todo o mundo, de estudantes iniciantes a professores eméritos. Nem a idade nem a erudição parecem fazer muita diferença na suposição predominante de que o matar é uma parte inexorável da condição humana que deve ser aceita na teoria política e na prática. Espera-se que os leitores se engajem no questionamento desta suposição e contribuam, em pensamento e ação, no sentido de avançarmos para um futuro global em que não se mate.